Quinta-feira, Fevereiro 23, 2006
Agora choras tu!
Somos tão pequenos e insignificantes diante da imensidão infinita do Universo... os políticos brasileiros então, nem se fala!
Nota: o último político que andou na linha, o trem da História passou por cima.
Nota: o último político que andou na linha, o trem da História passou por cima.
Quarta-feira, Fevereiro 22, 2006
Pasmo
Thiago, olhe... não pense na hora! Dizem que um sorriso com um olhar vale mais que mil palavras. Eu sou tímida mas meu tempo ainda sobra!
Perdi-me no raciocínio... dizias? Ah sim... Tens toda razão!

Jaime Pressly
Nota: este post destina-se às compreensivas. As invejosas só podem dar risinhos.
Perdi-me no raciocínio... dizias? Ah sim... Tens toda razão!

Jaime Pressly
Nota: este post destina-se às compreensivas. As invejosas só podem dar risinhos.
Segunda-feira, Fevereiro 20, 2006
Consequência
Com 5 anos era a mais mimada da rua;
Com 15 anos era a mais mimada do bairro;
Com 20 anos tinha tudo que queria, sem esforço, de mão beijada, se achava a mais esperta, a mais importante, sentia que a palavra não, jamais seria dita a ela e que era a dona da razão;
Com 25 anos, começava a sentir-se infeliz e que diferentemente do que ela pensava, às pessoas não eram bonecos com os quais ela brincava, e deixava a imaginação confundir realidade com fantasia. Era notório que uma de suas manias era inventar e enganar-se a si mesma, para aliviar as decepções que vinha carregando consigo pelo caminho. Gostava de inventar para sentir-se por cima, para se achar vitoriosa. Quando perdia, inventava em sua mente que era dela a vitória. Não admitia ouvir um não, como mimada que sempre foi, pensava que todos deveriam atendê-la e satisfazer seus caprichos;
Com 35 anos já via que o mundo era pequeno para ela. Pois não, pessoas assim têm uma enorme dificuldade em arrumar amigos de verdade, com ela não era diferente. Ninguém a agradava, ninguém era perfeito como ela;
Com 45 anos se transformara numa pessoa depressiva, ninguém a compreendia, ela nunca estava satisfeita com nada. Vivia a esbanjar, era fútil, pouco inteligente e, no entanto continuava esnobe. E a vida ia passando;
Aos 60 sentia-se amargurada. Raros eram os dias de alegria. O pior é que ela era a certa. A correta, a dona da verdade. E prosseguia;
Aos 85 anos percebeu que cometeu um pequeno equívoco. Mas era tarde, a solidão batera-lhe a porta.
Percebeu que ao contrário do que pensava, a vida não era cor de rosa...

... e que o tempo não anda para trás.
Acompanhar a foto com este pensamento: pior do que perder é nos enganarmos a fazer de conta que ganhamos. Porque se mentimos para os outros, fica a sensação de que o original não é nosso. Se mentimos para si mesmo, além da sensação, fica a consciência de que o artificial faz parte de nossa vida. E isso, reflete, em curto prazo no desprezo e em longo prazo no arrependimento de que poderíamos ter feito melhor, vivido melhor sem o arrependimento de que apesar de tudo, poderíamos evitar ser menos pior do que já fomos. Porque podemos até comprar futilidades, mas sentimentos, eu cá duvido.
Com 15 anos era a mais mimada do bairro;
Com 20 anos tinha tudo que queria, sem esforço, de mão beijada, se achava a mais esperta, a mais importante, sentia que a palavra não, jamais seria dita a ela e que era a dona da razão;
Com 25 anos, começava a sentir-se infeliz e que diferentemente do que ela pensava, às pessoas não eram bonecos com os quais ela brincava, e deixava a imaginação confundir realidade com fantasia. Era notório que uma de suas manias era inventar e enganar-se a si mesma, para aliviar as decepções que vinha carregando consigo pelo caminho. Gostava de inventar para sentir-se por cima, para se achar vitoriosa. Quando perdia, inventava em sua mente que era dela a vitória. Não admitia ouvir um não, como mimada que sempre foi, pensava que todos deveriam atendê-la e satisfazer seus caprichos;
Com 35 anos já via que o mundo era pequeno para ela. Pois não, pessoas assim têm uma enorme dificuldade em arrumar amigos de verdade, com ela não era diferente. Ninguém a agradava, ninguém era perfeito como ela;
Com 45 anos se transformara numa pessoa depressiva, ninguém a compreendia, ela nunca estava satisfeita com nada. Vivia a esbanjar, era fútil, pouco inteligente e, no entanto continuava esnobe. E a vida ia passando;
Aos 60 sentia-se amargurada. Raros eram os dias de alegria. O pior é que ela era a certa. A correta, a dona da verdade. E prosseguia;
Aos 85 anos percebeu que cometeu um pequeno equívoco. Mas era tarde, a solidão batera-lhe a porta.
Percebeu que ao contrário do que pensava, a vida não era cor de rosa...

... e que o tempo não anda para trás.
Acompanhar a foto com este pensamento: pior do que perder é nos enganarmos a fazer de conta que ganhamos. Porque se mentimos para os outros, fica a sensação de que o original não é nosso. Se mentimos para si mesmo, além da sensação, fica a consciência de que o artificial faz parte de nossa vida. E isso, reflete, em curto prazo no desprezo e em longo prazo no arrependimento de que poderíamos ter feito melhor, vivido melhor sem o arrependimento de que apesar de tudo, poderíamos evitar ser menos pior do que já fomos. Porque podemos até comprar futilidades, mas sentimentos, eu cá duvido.
Quinta-feira, Fevereiro 16, 2006
Spontané
Quem és tu que domina meu horizonte
nessa tarde onde o sol se esconde
irradia calor e energia
transmite paz e harmonia
Tu?
Quem és tu que com essa coragem inimitável
com essa determinação incontestável
que num simples verso
descreve a beleza do Universo
Tu? Não, tu não!
Quem és tu que meu pensamento percorre
com o olhar me envolve
se a palavra ondula
a tua voz manipula
Tu?
Haverá esperança
mais do que saudade
uma entrega sem limite
para que seu coração palpite
Tu? Não, tu não!
Sem ti não há certeza
contigo a beleza
na noite fria e escura
tua presença é assinatura
Tu?
Em cada sinestesia
teu rosto, caligrafia
Entregas-te como um refrão
desfaça-te da solidão
Tu? Não, tu não!

Autor desconhecido? Smallville!
nessa tarde onde o sol se esconde
irradia calor e energia
transmite paz e harmonia
Tu?
Quem és tu que com essa coragem inimitável
com essa determinação incontestável
que num simples verso
descreve a beleza do Universo
Tu? Não, tu não!
Quem és tu que meu pensamento percorre
com o olhar me envolve
se a palavra ondula
a tua voz manipula
Tu?
Haverá esperança
mais do que saudade
uma entrega sem limite
para que seu coração palpite
Tu? Não, tu não!
Sem ti não há certeza
contigo a beleza
na noite fria e escura
tua presença é assinatura
Tu?
Em cada sinestesia
teu rosto, caligrafia
Entregas-te como um refrão
desfaça-te da solidão
Tu? Não, tu não!

Autor desconhecido? Smallville!